Especialistas em luto explicam como abordar a partida com sensibilidade, sinceridade e amor, evitando traumas.
Falar sobre a morte com os pequenos é um dos maiores desafios enfrentados pelos pais e educadores. O instinto natural de proteção muitas vezes leva ao uso de metáforas como "ele foi fazer uma longa viagem" ou "virou uma estrelinha", o que pode gerar confusão e angústia na criança.
Recomendações fundamentais dos psicólogos especializados:
- Seja claro e use linguagem acessível: Explique com ternura que o corpo da pessoa parou de funcionar e que ela não sente dor nem frio.
- Valide os sentimentos da criança: Permita que ela chore, faça perguntas e expresse saudade ou raiva.
- A participação na despedida: Não force a criança a ir ao velório, mas convide-a com carinho e respeite sua escolha caso deseje prestar uma homenagem (como fazer um desenho para ser colocado junto ao ente querido).
O acolhimento amoroso é a melhor semente para a cicatrização da saudade.
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